Definitivamente não é mais do mesmo! Shadow Of The Tomb Raider buscou desta vez enfatizar a exploração do mapa, algo que era muito comum nos clássicos da franquia. Talvez tenha exagerado na dose, tornando um pouco monótono o gameplay para alguns. As missões de combate são bem menos frequentes do que em seus antecessores, e para quem já estava acostumado com a ação constante, pode facilmente se irritar ao ter que dedicar tanto tempo escalando paredes, buscando itens e passagens secretas.
História
Lara desperta acidentalmente uma
maldição que dá início à uma série de desastres naturais. Para impedir que
estes desastres continuem acontecendo, ela precisa encontrar uma caixa que
contém o poder de recriar o mundo, porém ela não é a única em busca deste
poder.
O enredo é mediado, e mais uma
vez não surpreende. Porém, como de costume, acerta no desenvolvimento de Lara,
focando bastante em seu amadurecimento, e as consequências de suas ações
impensadas. No primeiro jogo da franquia, conhecemos a Lara inocente, aprendendo
a lidar com as dificuldades. No segundo, uma Lara com boas intenções, mas
imprudente. Em Shadow, Lara começa a encarar as consequências de suas decisões,
e eventualmente entende sua responsabilidade como uma arqueóloga.
Experiência
No fim, achei satisfatório o
gameplay, entretanto não me diverti tanto quanto esperava que fosse, e muito
disto se dá ao excesso de exploração. Senti falta dos combates, de criar armas,
da importância de caçar animais, de escaladas mais intuitivas do que precisas.
É complicado, pois a desenvolvedora recebeu muitas críticas devido a ação
demasiada, além do rótulo dado por muitos de “mais do mesmo” e, fez a escolha
de mudar drasticamente o estilo do jogo, no fim, acabou agradando poucos.
